Monday, May 30

Livro colectivo "Le Dernier Cri"

Capa do livro ("Tómeselo" quer dizer "Encara-o" em espanhol)

Artistas do livro

páginas

+ páginas

e ainda faltam imensas...

Saturday, May 28

Fotos do Workshop, parte I

Na 2ª feira vou buscar o livro que fizemos no workshop de serigrafia com o colectivo Le Dernier Cri, depois tiro fotografias de algumas páginas e mostro aqui. Entretanto passei pelo Underworld da Alice Geirinhas e vi lá fotos que ela tirou. Podem vê-las aqui.

Saturday, May 21

M9

M9

M9 é a irmã mais pequena da M8. Os materiais usados foram exactamente os mesmos, a diferença está no tamanho. M9 é um quadrado de 25x25 cm.

6º Salão Lisboa Ilustração e BD



Hoje vou passar na Estufa Fria para ver o 6º Salão Lisboa de Ilustração e Banda Desenhada e espreitar, em especial, o trabalho do grupo Le Dernier Cri com quem vou fazer um workshop de serigrafia.

"Em parceria com Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, a Bedeteca de Lisboa promove no âmbito do Salão Lisboa 2005, um workshop de serigrafia com o colectivo Le Dernier Cri, que irá ocorrer entre 24 e 25 de Maio, das 10h às 13h e das 14h às 17h, na oficina Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. O Colectivo de Marselha trabalha com livros de artista geralmente feitos em serigrafia e com uma estética ligada à Art Brut. Durante os dois dias deste workshop, Paquito Bolino e Caroline Sury, irão acompanhar os inscritos na produção de cartazes em serigrafia."

Friday, May 20

OPTIMAS NOTICIAS

Acabei agora mesmo de saber que uma das minhas telas e os meus dois desenhos foram seleccionados para a 8ª Bienal de Artes Plásticas “Cidade de Montijo” – Prémio Vespeira :) Estou mesmo muito contente!

P13

P13

Wednesday, May 18

M8 com borracha

M8

M8, pormenor

Fiquei super contente com o resultado da aplicação desta borracha que supostamente é para ser utilizada no chão. É um material muito resistente, com um ar robusto e sintético. Nas alças utilizei uma lona impermeável (não sei o nome certo... parece estar plastificada). A dimensão da mala é de 35x50 cm.
Agrada-me a forma como a borracha funciona num objecto para o qual não foi pensado, é uma adaptação. Esta M8 resultou em cheio na minha colecção, ao contrário das outras Ms (pintadas com tinta acrílica) ela é impermeável, lavável, super resistente, com um tamanho maior que o normal para levar mais coisas... enfim, uma mala todo-o-terreno.
: )

Monday, May 16

P12 com borracha

P12
Comprei uma borracha (que normalmente usa-se para forrar o chão) e utilizei-a nesta 12ª Pulseira. Gostei do resultado, mas esta P funcionou para saber se realmente a agulha da máquina de costura conseguia furar a borracha. O objectivo é fazer algumas malas com este material.
Faz-me lembrar a minha infância quando ia ao Palmeiras : )

Thursday, May 12

Bs passam a ser As

Reciclagem de nome

POIS É... ACHEI MELHOR MUDAR DEFINITIVAMENTE O NOME DOS Bs PARA As, AGORA CHAMAM-SE ALFINETES. Os posts anteriores já foram todos modificados.

Monday, May 9

A11

A11

A11 com feltro e impressão de tecido japonês.

Sunday, May 8

A9 e A10

A9

A10


A9 e A10 com feltro e impresão de padrões de tecidos que fui encontrando aqui na net.

Tenho andado super ocupada (sobretudo cansada) com as mudanças para o novo atelier, com a faculdade... o tempo não estica e estes pequenos projectos vão ficando em stand-by. Hoje consegui fazer estes 2 As. Amanhã espero começar a pintar uma lona para depois fazer uma mala que me pediram...

Sunday, May 1

ANA VIDIGAL, Lagos

Por fim, como deve ser, revela-se o segredo,
a deliciosa história está pronta a ser contada ao amigo íntimo;
(...)
Para tudo isto há sempre um segredo perverso, uma razão privada.
W. H. Auden

Peças maravilhosas que fazem parte do Consultório Sentimental (correspondência entre Ana Vidigal e Ruth Rosengarten durante a instalação O Véu da Noiva), 1999.

Quando sou boa sou boa, mas quando sou má sou melhor. Adorei ver ao vivo estes trabalhos da Ana Vidigal, adorei mesmo. Conheço o seu trabalho, acho-o super rico formal e conceptualmente... uma fonte fértil, inesgotável, onde o factor surpresa é uma constante.

Fiquei ainda mais emocionada quando vi uma peça com o título Mara. Quem me conhece sabe o porquê.
pormenor de Mara, 2004